Algumas câmaras municipais vão mantendo os mercados diários abertos com elevados custos de manutenção, apesar de saberem que a morte dos espaços de venda está próxima.

Muitos mercados municipais estão a definhar. Os vendedores vão deixando o negócio e não há ninguém a candidatar-se aos seus lugares. Os consumidores preferem as grandes superfícies onde o estacionamento, a variedade e o factor preço fazem a diferença e vão ditando a morte inglória de espaços que custam em manutenção valores elevados às câmaras municipais. Há presidentes de municípios que não têm dúvidas que os mercados que no século XX borbulhavam de agitação vão acabar no século XXI.
Na Chamusca, no edifício que foi sujeito a obras há dez anos e que tem um aspecto moderno, impera o silêncio. Não há pregões porque não há clientes. Nas bancas vão-se acumulando as frutas, as cebolas, os legumes de um dia para o outro.
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Lucinda Farlens tem uma peixaria numa das lojas do mercado de Alcanena há seis anos e desde que iniciou a actividade que tem notado que o mercado está a decair de dia para dia. Da loja, a comerciante observa o espaço da venda de hortaliças e peixe num misto de tristeza e revolta. “Se viesse aqui a ASAE (Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica) fechava o edifício”, desabafa. E não é difícil perceber porquê. O tecto tem marcas de infiltrações. As paredes estão sujas, esfoladas. As bancas são em pedra, o chão está gasto, degradado.
Há dias, conta Lucinda Farlens, foi feita uma desinfestação depois das pessoas se queixarem da presença de ratos e baratas. “Vimos sair daqui ratazanas grandes”, observa, acrescentando que esse é um sinal evidente de que o mercado não tem tido manutenção. Ao contrário de outros espaços idênticos na região, este até tem estacionamento em redor, mas mesmo nos dias em que o mercado está fechado, à segunda e quinta-feira, além de domingo, os lugares livres não são muitos. “Se as coisas continuam nestas condições vai ser difícil revitalizar o mercado”.
Mesmo assim o presidente da Câmara de Alcanena, eleito numa lista de independentes, acredita que ainda é possível salvar o mercado. Luís Azevedo diz que se está a fazer um projecto para recuperar o espaço e aumentar o número de lojas, apesar de admitir que “há uma redução do número de vendedores e não tem havido interessados em ocupar as bancas vagas”. A ideia do autarca é candidatar a obra a fundos comunitários no âmbito do QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional. Depois, para chamar mais gente para o local, pretende transferir a feira semanal, à quarta-feira, para as imediações do mercado municipal. “Na minha perspectiva não há problemas de continuidade” deste tipo de comércio.

Menos optimistas são os presidentes dos municípios da Chamusca e de Benavente, que já não acreditam que os mercados continuem a ter a importância que tinham e o mais certo é fecharem quando os últimos vendedores abandonarem a actividade. Por exemplo, o mercado de Porto Alto, concelho de Benavente, está perto do encerramento, diz António José Ganhão, acrescentando que se não forem encontradas formas de chamar a população ao local o “caminho do declínio pode ser irreversível”.
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Com quatro escalões diferentes (Sub 14, Sub 12, Sub 10 e Sub 8), os treinos decorrem no Pavilhão Gimnodesportivo de Minde. O horário dos treinos é o seguinte:
Torres Novas, dias 27 e 28 de Setembro de 2008


Integrado no Programa “Desporto e Saúde”, o projecto 3.ª Idade em Movimento vai reiniciar a sua actividade no próximo dia 29 de Setembro, estando o encerramento da temporada 2008/2009 agendado para 19 de Junho de 2009.

Para participar nesta actividade, apenas precisa de calçado e vestuário confortável, adequado às condições climatéricas, água e boa disposição para umas horas bem passadas.
ESPINHEIRO.
Na última reunião de câmara, o presidente da autarquia, Luis Azevedo (ICA) justificou a decisão com base na verba anual que iria ser tranferida para o seu município: 20 mil euros para a manutenção das escolas secundárias de Alcanena e Minde. “O Estado chegou à conclusão que para remodelar as duas escolas de segundo e terceiro ciclo do concelho precisaria de um milhão e 200 mil euros. Como entendeu que o orçamento de estado não iria comportar definiu a atribuição de uma verba para a autarquia de 20 mil euros ano, para manutenção das escolas”, referiu o autarca, que revelou especial preocupação pela questão da acção social passar, a partir de agora, a ser definido em função do abono de família. Face a esta situação, Luís Azevedo propôs ao seu executivo que, por enquanto, não fosse assinado qualquer acordo. “De todas as câmaras por mim contactadas na reunião da Comunidade do Médio Tejo até agora, que eu saiba, nenhuma assinou este acordo”, acrescentou.

Esta é uma exposição de escultura em pele, do escultor João Carvalho, nascido em Torres Novas, em 1962, descendente de uma contínua linhagem de familiares com veia artística, pelo lado materno.
O programa terá início às 9:30h, com a recepção aos participantes, estando a abertura dos trabalhos marcada para as 10:00h.
O projecto inicial mantém-se inalterável e o lema continua a ser "Um blog de todas as cores, 

Mas, para Firmino Oliveira, a Câmara Municipal de Santarém não tem os meios necessários para a retirada do peixe morto, insistindo que o peixe espalhado por uma extensão de cinco quilómetros tem que ser retirado com a ajuda de barcos.
A Câmara Municipal de Alcanena proporciona aos utilizadores e frequentadores das Piscinas Municipais de Alcanena um programa de animação desportiva que decorre até 29 de Agosto, de segunda a sexta-feira, entre as 16 e as 17 horas. As actividades programadas são dinamizadas por uma técnica do Sector de Desporto, Juventude e Tempos Livres do Município e variam entre hidroginástica, ginástica localizada e aeróbica.















