Inicialmente apreensivos, os moradores foram tranquilizados pela autarquia e dono da obra, que fica a 15 metros das suas casas.
Um posto de combustíveis junto à rotunda principal de Alcanena foi implantado a cerca de 15 metros de duas casas de habitação, o limite mínimo de distância previsto pela legislação. Os moradores do pequeno lugar de Peral, onde as bombas estão localizadas, um casal de meia idade que vive ali há 28 anos e um grupo de imigrantes ucranianos que arrendou uma das habitações, ficaram surpreendidos quando, há cerca de dois meses, viram nascer à frente das suas portas um posto de combustível afecto ao Intermarché de Alcanena, uma vez que não foram “vistos nem achados” no processo. O contacto com a autarquia e o dono da obra viria, no entanto, a tranquilizá-los pelo que resolveram não protestar jurídicamente contra a situação.Só depois da terraplanagem e do aterro feito, um dos moradores, que não se quis identificar pois diz “não querer problemas com o dono do Intermarché com quem tem boas relações”, soube o que era a obra. Segundo disse, nem a Câmara de Alcanena, que licenciou a obra, nem o dono do posto de combustível lhe deram alguma satisfação. “Só me disseram que isto ia ficar mais embelezado”, aponta.
Quando soube, o morador dirigiu-se à câmara para reclamar mas lá foi-lhe assegurado que a situação não representaria perigo uma vez que obedece a todas as normas de segurança. Já mais tarde, refere que o gerente do Intermarché deslocou-se ao local e trocou algumas palavras com ele, assegurando-lhe que as bombas não representariam perigo algum e lhe deixava “as passagens arranjadas”. Mesmo assim, os moradores levantam ainda algumas reservas no que diz respeito à sua segurança, uma vez que receiam que se dê um incêndio ou uma explosão. Também suspeitam que o sossego a que estavam habituados termine quando as bombas entrarem em funcionamento, dado a afluência de tráfego.

O presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Luís Azevedo (ICA), salienta que o novo posto de combustível recebeu o parecer favorável da Estradas de Portugal (EP) uma vez que o acesso às bombas se faz pela EN 361, uma via que “vai dar a nada” uma vez que termina ao esbarrar no talude da variante de Alcanena. Segundo o autarca, toda a zona onde se encontra instalado o posto de combustível está no âmbito da jurisdição da EP pelo que a Direcção de Estradas exigiu fazer o licenciamento, antes da câmara dar o seu aval.
A única preocupação do autarca era do foro ambiental e assentava nos derrames de produtos advindos da lavagem de veículos mas a situação já foi salvaguardada. De resto, “todas as recomendações foram seguidas pelo proprietário”, reforça, estranhando que alguém tenha levantado problemas a este projecto uma vez que a relação dos moradores e proprietários dos terrenos do lugar com o empreiteiro “sempre foi exemplar”.

O MIRANTE tentou contactar o proprietário do Intermarché de Alcanena, Vasco Simões, para obter mais informações mas, após várias tentativas, tal não foi possível até ao fecho desta edição.
Elsa Ribeiro Gonçalves in "O Mirante"







Projecto Agenda 21 Local Aprovado por Unanimidade em Alcanena
Definida pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Eduardo Marcelino, como um “processo participativo multi-sectorial” em que é necessária a “colaboração activa” de várias entidades, a implementação da Agenda 21 Local visará sobretudo a promoção da educação, nomeadamente a educação ambiental, a sensibilização, consciencialização e responsabilidade cívica.
A Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) já terminou as investigações sobre a remoção de destroços contendo amianto causados pelo tornado que assolou a zona de Amiais de Baixo (Santarém) e Alcanena e conclui haver ilegalidade nos trabalhos efectuados. Nesse sentido foi instaurado um processo de contra-ordenação à empresa que retirou as placas de fibrocimento. Esta já foi notificada para pagar voluntariamente uma coima de cerca de 1.900 euros. A decisão é passível de recurso para o tribunal. Mas se não for dada razão à empresa, a coima pode ser agravada até um montante de oito mil euros.
24.ª Edição do “Madeira Handball”
O presidente do TRC, António Luís Piçarra, aproveitara o seu discurso para criticar a "desajustada proposta" de integração das comarcas de Alvaiázere, Ourém, Tomar, Torres Novas, Alcanena, Ferreira do Zêzere, Alcobaça e Nazaré no distrito judicial de Lisboa.
O que é Agenda 21?



Segundo os dados revelados na Conferência Regional "Parlamentos unidos no Combate à Violência Doméstica contra as Mulheres", o Gabinete de apoio à Vítima de Santarém abriu 215 processos , dos quais 151 foram casos de atendimento ao nível do apoio psicológico, 146 de apoio jurídico e 54 de apoio social. O director do departamento de Assuntos Culturais e Sociais da Câmara de Santarém, Nuno Domingos considera que "são números aterradores, se tivermos em conta a relação desconhecida em rigor, mas certamente desequilibrada, entre o número de casos desconhecidos por cada um que chega ao nosso conhecimento".

Embora as quatro vitórias de Alcides Calçada possam querer demonstrar um forte domínio por parte do piloto de Alcanena, a verdade é que o Troféu Olimar tem vindo a demonstrar uma forte competitividade, com vários pilotos a apresentarem argumentos para vencer. Desta vez, a prova é num traçado de Ralicross, o que poderá alterar, um pouco, o domínio que tem vindo a verificar-se. Quem melhor se adaptar a este tipo de pisos – asfalto e terra – poderá ser o novo vencedor deste competitivo Troféu Olimar.
O Pavilhão Multiusos de Alcanena recebe, nos próximos dias 28 e 29 de Junho, a quarta edição do Salão do Automóvel e do Motociclo Clássico.
Será nos próximos dias 4, 5 e 6 de Julho que se irá realizar o 2º Festival Gastronómico do Caracol de Alcanena, e que terá lugar no Pavilhão Multiusos de Alcanena.


Segundo os dados da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), avançados pela Marktest,















