29/01/2008

Apoio da CMA a Estudantes


Apoio Extraordinário a Estudantes do Ensino Superior 2007/2008
De um total de 48 candidaturas apresentadas ao Apoio Extraordinário a Estudantes do Ensino Superior do Concelho de Alcanena, para o ano lectivo 2007/2008, 39 foram contempladas. Destas, uma foi contemplada com o escalão A, a 14 foi atribuído o escalão B e a 24 o escalão C, nos valores de 60€, 50€ e 40€, respectivamente.
Das candidaturas apresentadas, três foram excluídas e às restantes seis não foi atribuído qualquer escalão.
O Apoio Extraordinário a Estudantes do Ensino Superior tem a duração de oito meses, podendo as listas ser consultadas no Sector de Desenvolvimento Social e no Edifício dos Paços do Concelho, sendo que, neste momento, decorre o período de audiência prévia.

CSI à portuguesa


Num julgamento realizado em Alcanena o advogado do arguido acusado de homicídio qualificado questionava a testemunha, inspector da judiciária, pelo facto de a PJ não saber de imediato se o sangue encontrado na forquilha, presumível arma do crime, era da vítima. Uma pergunta a que o inspector respondeu de forma irónica – “nós não somos o CSI”. Que é o mesmo que dizer que o senhor advogado anda a ver muitas séries americanos…
Cavaleiro Andante In "O Mirante"

Troféu Semog Kartcross


O Troféu Semog vai continuar, garante um dos responsáveis do construtor de Alcanena. Recorde-se que segunda edição, disputada no ano passado, registou mais um êxito. No entanto, as jornadas que irão pontuar ainda não estão completamente definidas, mas sabe-se que deverão ser entre seis ou sete corridas.



Existem já vários pilotos interessados, como por exemplo os três primeiros classificados desta competição, em 2007: Alcides Calçada, Carlos Durão e Carlos Ribeiro. Aliás, estes concorrentes, bem como Daniel Duque, já adquiriram kartcrosses novos, com os quais pretendem alinhar nesta época.
Mas há outras novidades, nomeadamente o aparecimento de novos pilotos, oriundos de outras disciplinas do desporto automóvel. Entre eles, Armindo Caldas, que vem das Provas de Perícia, e Nuno Pimenta, da Velocidade Clássicos.
A Semog está, ainda, a aguardar a chegada de novos concorrentes, o que deverá concretizar-se dentro de poucos dias, isto porque são vários os que manifestaram interesse em alinhar nesta iniciativa. Entretanto, a Semog está à procura de um novo patrocinador para este Troféu, que foi ganho em 2007, como todos deverão estar recordados, por Alcides Calçada.

In "Motor Online"

Noite de Fados em Alcanena


02.02.2008 - 21h

Noite de Fados

Complexo Paroquial Jubileu 2000
ALCANENA

Viola: Rui Girão
Guitarra: Paulo Leitão
Fadistas: Joana Cota, Alberto Leiria, Mário Calado, Milu Santos

Tele / Reservas: 964063348
Todos os lucros revertem a favor das obras de recuperação e restauro da Igreja de S. Pedro

Recepção de equipamentos eléctricos e electrónicos


A Amb3E – Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos celebrou uma parceria com a Ecolezíria – Empresa Intermunicipal para o Tratamento de Resíduos para a constituição de um novo local de Recepção de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), no concelho do Cartaxo, no distrito de Santarém. Este é já o 14º local de recepção a operar neste distrito.

De acordo com a associação, a nova instalação está preparada para receber todos os fluxos de REEE: grandes equipamentos (ex.: máquinas de lavar), equipamentos de aquecimento e refrigeração, equipamentos diversos (ex.: telemóveis, rádios, etc.), lâmpadas, monitores e aparelhos de televisão.

A Amb3E já conta, no distrito de Santarém, com 14 locais de recepção nos concelhos de Santarém, Abrantes, Chamusca, Torres Novas, Tomar, Ferreira do Zêzere, Alcanena, Vila Nova da Barquinha, Golegã, Almeirim, Salvaterra de Magos, Coruche e Cartaxo.
In "Ciência PT"

OBSERVAÇÃO:
Pelos vistos também existe no Concelho de Alcanena um Centro de Recepção de Resíduos de Equipamentos Electrónicos. O problema é que ninguém sabe onde se localiza.
Uma visita ao site da CM Alcanena também não esclarece nada. Será que este centro existe e ninguém sabe onde ?

26/01/2008

Saldanha Lopes é o Presidente da CUMT


E foi mesmo como estava previsto.
Saldanha Rocha (PSD), Presidente da Câmara Municipal de Mação foi eleito esta sexta-feira por unanimidade para liderar a Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT). Irá ter como vice-presidentes: António Rodrigues (PS) e Luís Azevedo (independente). Os presidentes das câmaras de Torres Novas e Alcanena não abdicaram das posições que tinham.
O novo presidente disse que não será fácil ombrear com o trabalho feito pelo seu antecessor (António Paiva de Tomar), mas garantiu que o seu projecto “é o projecto da CUMT”.

25/01/2008

Hoje : Eleições no Médio Tejo


Saldanha Rocha é o único candidato à presidência da Comunidade Urbana do Médio Tejo

Os actuais vice-presidentes da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT), António Rodrigues (autarca socialista de Torres Novas) e Luís Azevedo (Independentes por Alcanena) não vão apresentar a sua demissão dos cargos que ocupam, inviabilizando assim a formação de uma nova equipa, nas eleições marcadas para a próxima sexta-feira. Saldanha Rocha, presidente da Câmara de Mação (PSD) que se candidata ao lugar de António Paiva (PSD), terá forçosamente de manter a equipa anterior.

A saída de António Paiva da presidência da Câmara de Tomar e consequentemente da Comunidade Urbana do Médio Tejo, para assumir funções de administrador no Programa Operacional do Centro, está a causar alguma agitação no seio da CUMT. Ao que O MIRANTE apurou, o ainda presidente terá mostrado vontade de que fosse o seu vice-presidente, António Rodrigues, a substituí-lo no cargo. Alguns autarcas confidenciaram ao nosso jornal que o objectivo de António Paiva seria, para além de uma questão de continuidade, ter na presidência da comunidade alguém próximo do Governo socialista.

Só que a pretensão do ainda presidente da CUMT “esbarrou” no próprio regimento da comunidade, que prevê duas situações distintas no caso de abandono do presidente: a eleição de um novo presidente e a eleição de um novo órgão executivo, caso um dos vice-presidentes apresente também a sua demissão. Em declarações ao nosso jornal, Luís Azevedo confirmou que se irá manter no cargo e disse acreditar, “até por contactos já mantidos”, que o colega de Torres Novas fará o mesmo. O que não foi possível de confirmar, uma vez que António Rodrigues não respondeu aos telefonemas de O MIRANTE.

O cenário eleitoral, e não a simples substituição, trouxe novos desenvolvimentos, com o presidente da Câmara de Mação a apresentar-se como candidato, escolhido entre os autarcas social-democratas que têm metade dos votos na CUMT. Para alguns membros da comunidade contactados pelo nosso jornal seria “impensável” o PSD dar a presidência da CUMT “de mão beijada” ao actual presidente da Federação Distrital do PS e autarca de Torres Novas, António Rodrigues.

Em nome da estabilidade da comunidade, Saldanha Rocha não deve ter adversário no próximo escrutínio eleitoral mas terá que “contentar-se” com os actuais vice-presidentes. Confrontado com a questão pelo nosso jornal, o presidente da Câmara de Mação preferiu a postura diplomática, afirmando não esperar qualquer dificuldade na convivência com ambos os colegas, apesar dos feitios diferentes de cada um.

“Dou-me bem com toda a gente e mesmo que eles se demitissem dos cargos faria questão de que a actual equidade de forças políticas se mantivesse”, salientou Saldanha Rocha, adiantando que mais importante que a questão partidária é uma região que se quer una. “Será até um desafio interessante esta ligação de forças entre o norte e o sul do Médio Tejo”, rematou o candidato à CUMT.

A Comunidade Urbana do Médio Tejo integra cinco municípios de maioria PSD (Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal e Tomar), três de maioria PS (Abrantes, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha), um da CDU (Constância) e um independente (Alcanena).

Por: Margarida Cabeleira in "O Mirante"

Bombeiros de Minde e Alcanena no Dia do Voluntariado


O vice-presidente da Câmara de Santarém, Ramiro Matos, e o governador civil Paulo Fonseca salientaram sábado a importância do voluntariado nos corpos de bombeiros e refutaram a ideia de que seja absolutamente necessário o total profissionalismo dos soldados da paz.



No largo Infante Santo, em Santarém, e com a presença de dezenas de bombeiros em representação dos 28 corpos do distrito, Ramiro Matos constatou que, apesar da tónica presente da profissionalização, o voluntariado é a grande força da protecção civil. E lançou o repto ao governador civil, como representante do Governo, para que disponibilize meios e mais formação para todos os agentes envolvidos nessa área.
(...)
A cerimónia contou com a presença de diversos representantes de bombeiros do distrito que fizeram formatura perante escasso público. Foram também impostas medalhas de serviços distintos – grau ouro – nos estandartes dos 28 corpos de bombeiros do distrito de Santarém. Aos bombeiros voluntários de Ourém, Benavente, Rio Maior, Constância, Vila Nova da Barquinha, Santarém, Torres Novas, Salvaterra de Magos, Mação, Golegã, Ferreira do Zêzere, Entroncamento, Almeirim, Chamusca, Minde, Pernes, Caxarias, Samora Correia, Alcanede e Fátima, e aos bombeiros municipais de Santarém, Abrantes, Tomar, Coruche, Cartaxo, Alcanena, Alpiarça e Sardoal.
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Julgamento do idoso que matou o compadre


O julgamento começou na passada semana com homicida a negar agressão com forquilha, mas confessa o crime e bateu “onde calhou”

A primeira vez que Manuel Carvalho abriu a boca foi para fazer uma pergunta ao juiz presidente do colectivo: “O senhor doutor viu a forquilha? Está como eu, também nunca vi forquilha nenhuma”. O idoso de 86 anos que começou a ser julgado no Tribunal de Alcanena pelo crime de homicídio qualificado é acusado pelo Ministério Público de ter morto o seu vizinho e compadre Rogério Silva. Uma tragédia ditada por divergências antigas relacionadas com uma serventia utilizada por ambos.

A morte de Rogério Silva foi horrível. Durante vários minutos o juiz José Carneiro, presidente do colectivo, leu em voz alta excertos do relatório da autópsia que identificou dezenas de fracturas, lesões e perfurações graves – na cabeça, pescoço, tronco, membros inferiores e posteriores. Pouco escapou à fúria do agressor. Manuel Carvalho admitiu ter “batido onde calhou”, porque depois de ter desferido a primeira “porrada” na cabeça do vizinho, caíram-lhe os óculos “e já não via nada”.

Na primeira audiência do julgamento, o arguido confessou o crime mas negou sempre que tivesse utilizado uma forquilha encontrada pela GNR de Alcanena a cerca de oito metros do corpo da vítima. Manuel Carvalho diz que usou um pau de varejar azeitona, com cerca de 90 centímetros, “que encontrou à mão” naquela tarde de 26 de Junho de 2006, “quando tentava fugir” do vizinho, que “tinha corrido atrás dele ameaçando-o com um chapéu de chuva”, depois de se terem encontrado “por acaso” na estrada que liga Alcanena ao Casal da Arranjela, onde ambos moravam.

“Dei-lhe uma porrada com o pau na cabeça e ele caiu no chão, de barriga para cima. Mas tentou levantar-se para me bater e eu dei-lhe outra. Depois caíram-me os óculos e não vi nada, bati onde calhou”. Sempre com o pau, afiança. “A forquilha tinha sangue do senhor Rogério”, reforça Fernanda Ventura, um dos juízes auxiliares, olhando para Manuel Carvalho. Que não desarmou – “pode ter sangue dele mas meu não tem nada, porque não lhe mexi”.

Quer o médico que fez a autópsia, ouvido em vídeo-conferência, como os inspectores da Judiciária, salientaram que “dificilmente um pau de varejar azeitona causaria as feridas” que a vítima apresentava. Nomeadamente uma perfuração grave por baixo da orelha esquerda, com cerca de meio centímetro de diâmetro. “Há feridas compatíveis com um pau e com uma forquilha”, referiu o médico Artur Barbosa, antes de o inspector Júlio Martins ter garantido que “a forquilha foi usada e fez muitos buracos”.

De casaco castanho, calças beges e boné xadrez sempre na mão, Manuel Carvalho saiu da sala de audiências como entrou – de cabeça branca bem erguida e olhar sereno. Tão sereno como quando respondeu à pergunta do juiz: “Porque é que o senhor fez isto?”. “Porque tinha que acontecer”. Manuel Carvalho está há um ano em prisão domiciliária, depois de ter cumprido quatro meses de prisão preventiva em Torres Novas. Incorre numa pena entre os 12 e os 25 anos de prisão.

Por: Margarida Cabeleira in "O Mirante"

Alviela : Assim é dificíl a despoluição


Autoridades não têm capacidade para fiscalizar crimes ambientais

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo não tem capacidade para fiscalizar os crimes ambientais logo após serem denunciados. Os fiscais que devem recolher amostras dos poluentes chegam a demorar dias a deslocarem-se aos locais e muitas situações acabam por passar sem punição. As entidades, como as câmaras municipais, que registam os casos de poluição, muitas vezes preferem ligar para a linha SOS Ambiente da GNR. Mas os militares do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) pouco podem fazer além de elaborarem um auto de ocorrência já que não possuem condições técnicas para recolherem amostras, por exemplo, de água.

A mais recente situação é relatada pelo vice-presidente da Câmara de Alcanena. No dia 9, Eduardo Marcelino ligou para os serviços da CCDR a dar conta de um foco de poluição na ribeira de Amiais que estava a atingir o rio Alviela perto da nascente, nos Olhos de Água. O autarca não queria acreditar quando lhe disseram que não podiam ir ao local porque não tinham viatura disponível. A câmara ofereceu-se para ir buscar os técnicos de recolha de amostras, mas a proposta foi recusada porque também não havia gente disponível para o serviço. Eduardo Marcelino telefonou então para a GNR que apareceu no local na tarde do dia seguinte.

“Assim torna-se difícil identificar as fontes poluidoras”, desabafa o autarca, acrescentando que mesmo a GNR pouco pôde fazer porque não tem kits de recolha de amostras para análise. Situação que é confirmada por fonte do comando do grupo de Santarém da GNR: “Deviam fazer a fiscalização dos casos no momento, mas as entidades competentes não têm capacidade de resposta”. Desta forma, mesmo que se saiba quem são os prevaricadores, é difícil fazer prova em tribunal porque ou não há análises ou não se determina com elevado grau de certeza quem é o poluidor.
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Para que serve pagar e reclamar ?


Autoridades não descobriram origem de poluição em poço que estragou culturas agrícolas

Os fiscais da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo que estiveram na Louriceira (Alcanena) a investigar a poluição num poço não encontraram ligação do foco poluidor a um lagar de azeite que começou a funcionar na última campanha e era apontado como fonte poluidora pelo lesado.

Joaquim Vieira é proprietário de um terreno onde tem um poço de nascente de onde tira água para regar a sua propriedade. O poço encontra-se hermeticamente fechado. Num dia do início de Dezembro deixou os chuveiros a regar e à tarde, quando chegou a casa, sofreu a desagradável surpresa de ver as alfaces, couves e outros hortícolas que tinha plantado totalmente queimados.

Foi à procura das causas e chegou ao poço. “A água estava escura e deitava um cheiro nauseabundo. Vi logo que aquilo devia vir do lagar que tinha começado a trabalhar há pouco tempo”, disse Joaquim Vieira. “Queixei-me e na CCDR a primeira coisa que fizeram foi obrigar-me a registar o poço, pagando por isso um pouco mais de 150 euros, e mandaram que fizesse a reclamação por escrito, o que fiz de imediato”.

A reclamação seguiu não só para a CCDR como também para a Junta de Freguesia da Louriceira, Câmara de Alcanena, serviços de ambiente da GNR ambiente, Governo Civil de Santarém e Delegação de Saúde de Alcanena. “Até agora apenas recebi resposta da CCDR, e a dizer que o processo tinha sido arquivado, por não ter sido possível confirmar a acusação de que a poluição vinha do lagar”, afirmou Joaquim Vieira.
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24/01/2008

Iniciadas as obras do Museu do Curtume


Para este executivo, há obras primordiais no Concelho, e o Museu do Curtume encabeça a lista, conforme consta do Alcanena 2013, e de acordo com as palavras do próprio presidente, Luís Azevedo.

Mesmo sem qualquer tipo de financiamento garantido, já tiveram início no passado dia 7 de Janeiro as obras relativas à construção do Museu do Curtume, em Alcanena.

O Museu situar-se-á no local onde funcionaram os estaleiros da EPAC, tendo-se procedido à demolição deste edifício para que seja construído, de raiz, o imóvel que irá acolher o Museu do Curtume.

Os trabalhos, a cargo da firma Lena, Engenharia e Construções, deverão estar concluídos até ao final de Setembro de 2008.


COMENTÁRIO :
Alguém conhece o projecto? (o tal que foi elaborado pelo construtor)
Alguém já viu uma maqueta?
E se não houver financiamento, donde virá o 1,6 milhões de euros?
- Isso são questões que só dizem respeito aos distintos iluminados que gerem o Concelho. Nós, simples cidadãos, estamos aqui apenas para pagar os impostos e... aplaudir na inauguração. Assim, a vida é mesmo simples.
Obrigado, caros autarcas !!

Impostos Municipais




Já sabíamos que para aprovação do Orçamento de 2008, a oposição impôs à CMA que a taxa de IRS tivesse um decréscimo de 1%.
Através da afixação de editais a CMA tornou públicos os diversos impostos municipais.


Participação Variável no IRS
A Assembleia Municipal de Alcanena, na sua sessão ordinária realizada a 19 de Dezembro de 2007, deliberou aprovar uma participação variável no IRS dos Sujeitos Passivos com domicílio fiscal no concelho de Alcanena em 4%, reduzindo em 1% a percentagem referida no artigo 20.º da Lei 2/2007, de 15 de Janeiro, conforme proposto pela Câmara Municipal na sequência da deliberação tomada a 10 de Dezembro último, em reunião do Executivo Municipal.
Ver Edital »»» (não se encontra dísponível)

Derrama 2008
Em sequência da deliberação tomada em reunião do Executivo Municipal realizada no passado mês de Dezembro, a Assembleia Municipal de Alcanena deliberou, na sua sessão de 19 de Dezembro de 2007, aprovar uma derrama de 1,5% sobre o lucro tributável sujeito e não isento de Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas, nos termos do artigo 14.º da Lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro.
Foi ainda deliberado lançar a taxa reduzida de derrama com a percentagem de 0% para os sujeitos passivos cujo volume de negócios no ano anterior não ultrapasse os 150.000,00€, conforme previsto no número 4 do supra citado artigo.
Ver Edital »»»

Taxas do IMI para 2008
Em sessão realizada a 28 de Setembro de 2007, a Assembleia Municipal de Alcanena, órgão deliberativo do Município, sob proposta da Câmara Municipal, conforme deliberado na sua reunião ordinária realizada no dia 10 do mesmo mês, deliberou aprovar as seguintes taxas a aplicar em 2008 na liquidação do IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis:
- Prédios Urbanos avaliados nos termos da alínea b) do n.º 1 do artigo 112.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis – 0,7%
- Prédio Urbanos avaliados nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 112.º do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis – 0,4% .
Ver Edital »»»

23/01/2008

Alcanena na Net




Após termos assistido, no fim do transacto ano, ao encerramento de um dos blogs mais antigos do concelho, O Louriceirense, dirigido por Arnaldo Anacleto, e que já se mantinha no ar desde Abril de 2004, eis que surge um novo espaço na net dirigido ao Concelho de Alcanena.

www.alcanena.net é o novo site do concelho, assinado por Carlos Malata, e que "promete" aquilo que o site da CMA não faz: Informação sobre as várias freguesias do concelho.
Uma longa vida ao ALCANENA.NET, e os votos do maior êxito ao seu mentor, Sr. Carlos Malaca.

Carsoscópio já recebeu mais de mil visitas


As visitas ao Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO já estão a superar as expectativas. Em pouco mais de um mês, o Centro Ciência Viva em Alcanena já recebeu mais de mil visitantes, vindos um pouco de todo o país. Existe um equilíbrio entre as visitas individuais e as visitas de grupo, tendo-se registado uma grande afluência ao fim-de-semana (sobretudo famílias).

Desde o dia 15 de Dezembro de 2007, data em que foi inaugurado pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, o Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO recebeu já um total de 1032 visitantes.

Segundo os responsáveis pelo Centro, de entre os visitantes que responderam ao questionário lançado pelo Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO para avaliar a satisfação em relação ao espaço e à visita, a maioria deles aponta o Geódromo como a exposição preferida. A plataforma de realidade virtual que acompanha os movimentos do filme é o ex-líbris do Centro. Desenvolvida pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria (à semelhança das restantes exposições interactivas permanentes), a plataforma faz uma viagem virtual ao longo de 175 milhões de anos, contando a história da formação e evolução geológica da região (Maciço Calcário Estremenho).

O Centro Ciência Viva do Alviela é ainda composto pelo Climatógrafo, um filme a três dimensões sobre a influência do clima na Nascente do Alviela, e o Quiroptário, um conjunto de módulos interactivos acerca da vida dos morcegos cavernícolas. Um auditório, um centro de documentação temático e espaço de acesso gratuito à Internet, uma sala de formação, um centro de alojamento e uma recepção com mini-loja completam este espaço localizado na fronteira entre a Estremadura e o Ribatejo

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Medio Tejo (CUMT) - Eleições dia 25


Mação deverá liderar Comunidade Urbana do Médio Tejo

O presidente da Câmara Municipal de Mação foi escolhido pelo PSD, partido que detém a maioria dos municípios do Médio Tejo, para assumir a liderança da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT), cujas eleições estão marcadas para dia 25.

O nome de Saldanha Rocha, apresentado como «pacífico», gerou contudo alguma contestação «interna» entre os que se preparavam para aceitar a «subida» do primeiro vice-presidente da Junta da CUMT, o socialista António Rodrigues.

Uma consulta aos estatutos da CUMT, que torna obrigatória a eleição do presidente, inviabilizou uma solução que contou com vários apoios e chegou a ser dada como certa, segundo disseram várias fontes à agência Lusa.

O actual presidente da CUMT, o autarca de Tomar, António Paiva, prepara-se para assumir funções na gestão do Programa Operacional do Centro, pelo que terá de deixar a sua autarquia e a liderança da Comunidade Urbana.

Saldanha Rocha confirmou à Lusa a sua candidatura, afirmando ser «pacífico» que, tendo o PSD a maioria dos 10 municípios da CUMT, seja o partido a escolher o candidato.
(...)
A questão continua em aberto, tendo Luís Azevedo dito à Lusa que dia 25 se verá se a equipa se mantém ou não, mas que o entendimento inicial foi o de que só se substituiria o presidente, sublinhando esperar que fique garantida a estabilidade no seio da comunidade.
(...)
A CUMT integra cinco municípios de maioria PSD - Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal e Tomar -, três de maioria PS - Abrantes, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha -, um CDU - Constância - e um independente - Alcanena.

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22/01/2008

Investimento privado cresceu no distrito de Santarém


O investimento privado actualmente em execução no distrito de Santarém ronda os 500 milhões de euros, revelando um crescimento "apesar das grandes dificuldades", disse o presidente da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant).

Segundo José Eduardo Carvalho, em Abril de 2006 o investimento privado no distrito rondava os 360 milhões de euros, o que, no seu entender, revela que, "apesar das grandes dificuldades, as empresas estão a investir e mostram-se sensíveis para os desafios" que o país está a viver.

Em conferência de imprensa, o presidente da Nersant afirmou esperar um reforço destas dinâmicas com a abertura de negociações com o ministro das Obras Públicas, no sentido de serem encontrados mecanismos de compensação para os municípios da região que condicionaram o seu desenvolvimento na expectativa da construção do novo aeroporto na Ota.

Uma das infra-estruturas que espera ver apoiadas e acelerado o seu avanço é a Área de Localização Empresarial (ALE) de Rio Maior, a primeira do país a ser licenciada, em Dezembro último, depois de um moroso processo que durou cinco anos.
(...)
O distrito chegou a ter previstas seis ALEs - Fátima, Rio Maior, Torres Novas, Santarém, Alcanena e Coruche -, tendo estas duas últimas desistido do projecto.

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Alviela no Parlamento


Finalmente o assunto vai ao Parlamento, com agenda para dia 24 de Janeiro, e Luísa Mesquita tem dado um impulso enorme e reclama candidatura comunitária para resolver poluição do Alviela. O QREN pode ajudar a solucionar o problema.



A deputada independente Luísa Mesquita defendeu, na semana passada, uma candidatura "global" a fundos comunitários, patrocinada pelo Ministério do Ambiente e envolvendo autarquias e poluidores, para a reabilitação do Alviela e recompensa das populações pelas décadas de penalização pela poluição do rio.

Luísa Mesquita visitou duas das cinco freguesias (dos concelhos de Santarém e Alcanena) afectadas pela poluição do Alviela e reuniu-se com o conselho de administração da Associação de Utentes do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena (AUSTRA).

A visita, disse em conferência de imprensa, visou auscultar autarcas e utilizadores do sistema que trata os efluentes das indústrias de curtumes de Alcanena, em preparação da discussão em plenário, no próximo dia 24, de duas petições pedindo soluções para a poluição do rio, entregues há cerca de um ano na Assembleia da República.

Firmino Oliveira, presidente da junta de freguesia de Vaqueiros, adiantou que a população vai ser convidada a comparecer na Assembleia da República para acompanhar a discussão, na expectativa de que o Parlamento, embora não tenha poder executivo, possa "dar mais um impulso" e ajudar a aproveitar a "última oportunidade" oferecida pelos fundos comunitários para resolver o problema.

A deputada afirmou que, na reunião com a direcção da AUSTRA, ficou a saber que os utilizadores do sistema estão a avançar com um projecto que visa a reabilitação da estação de tratamento de águas residuais, tendo a câmara municipal de Alcanena assumido a responsabilidade pela recuperação dos emissários.

Assumida a resolução dos problemas que desde há alguns anos estão a pôr em causa a recuperação conseguida nos anos de 1990, Luísa Mesquita quer que o Ministério do Ambiente cumpra o compromisso assumido há cerca de um ano na resposta a um requerimento seu.

Nessa resposta, o Ministério do Ambiente remetia para os poluidores (indústria de curtumes e suiniculturas) e autarquias a resolução das deficiências do sistema, declarando "disponibilidade" para se encontrarem "parcerias institucionais para resolver o problema de forma articulada", nomeadamente através da candidatura a fundos comunitários.

É este compromisso que a deputada quer agora ver cumprido por parte do Ministério do Ambiente, afirmando que, se tal não acontecer, será por "manifesta falta de vontade política".

Luísa Mesquita referiu em concreto a necessidade de se proceder a uma limpeza do rio, tanto do leito como das margens, e de se recuperarem infra-estruturas em elevado grau de degradação, como a cascata do mouchão de Pernes, cuja muralha começou já a cair.