23/01/2008

Alcanena na Net




Após termos assistido, no fim do transacto ano, ao encerramento de um dos blogs mais antigos do concelho, O Louriceirense, dirigido por Arnaldo Anacleto, e que já se mantinha no ar desde Abril de 2004, eis que surge um novo espaço na net dirigido ao Concelho de Alcanena.

www.alcanena.net é o novo site do concelho, assinado por Carlos Malata, e que "promete" aquilo que o site da CMA não faz: Informação sobre as várias freguesias do concelho.
Uma longa vida ao ALCANENA.NET, e os votos do maior êxito ao seu mentor, Sr. Carlos Malaca.

Carsoscópio já recebeu mais de mil visitas


As visitas ao Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO já estão a superar as expectativas. Em pouco mais de um mês, o Centro Ciência Viva em Alcanena já recebeu mais de mil visitantes, vindos um pouco de todo o país. Existe um equilíbrio entre as visitas individuais e as visitas de grupo, tendo-se registado uma grande afluência ao fim-de-semana (sobretudo famílias).

Desde o dia 15 de Dezembro de 2007, data em que foi inaugurado pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, José Mariano Gago, o Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO recebeu já um total de 1032 visitantes.

Segundo os responsáveis pelo Centro, de entre os visitantes que responderam ao questionário lançado pelo Centro Ciência Viva do Alviela – CARSOSCÓPIO para avaliar a satisfação em relação ao espaço e à visita, a maioria deles aponta o Geódromo como a exposição preferida. A plataforma de realidade virtual que acompanha os movimentos do filme é o ex-líbris do Centro. Desenvolvida pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria (à semelhança das restantes exposições interactivas permanentes), a plataforma faz uma viagem virtual ao longo de 175 milhões de anos, contando a história da formação e evolução geológica da região (Maciço Calcário Estremenho).

O Centro Ciência Viva do Alviela é ainda composto pelo Climatógrafo, um filme a três dimensões sobre a influência do clima na Nascente do Alviela, e o Quiroptário, um conjunto de módulos interactivos acerca da vida dos morcegos cavernícolas. Um auditório, um centro de documentação temático e espaço de acesso gratuito à Internet, uma sala de formação, um centro de alojamento e uma recepção com mini-loja completam este espaço localizado na fronteira entre a Estremadura e o Ribatejo

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Medio Tejo (CUMT) - Eleições dia 25


Mação deverá liderar Comunidade Urbana do Médio Tejo

O presidente da Câmara Municipal de Mação foi escolhido pelo PSD, partido que detém a maioria dos municípios do Médio Tejo, para assumir a liderança da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT), cujas eleições estão marcadas para dia 25.

O nome de Saldanha Rocha, apresentado como «pacífico», gerou contudo alguma contestação «interna» entre os que se preparavam para aceitar a «subida» do primeiro vice-presidente da Junta da CUMT, o socialista António Rodrigues.

Uma consulta aos estatutos da CUMT, que torna obrigatória a eleição do presidente, inviabilizou uma solução que contou com vários apoios e chegou a ser dada como certa, segundo disseram várias fontes à agência Lusa.

O actual presidente da CUMT, o autarca de Tomar, António Paiva, prepara-se para assumir funções na gestão do Programa Operacional do Centro, pelo que terá de deixar a sua autarquia e a liderança da Comunidade Urbana.

Saldanha Rocha confirmou à Lusa a sua candidatura, afirmando ser «pacífico» que, tendo o PSD a maioria dos 10 municípios da CUMT, seja o partido a escolher o candidato.
(...)
A questão continua em aberto, tendo Luís Azevedo dito à Lusa que dia 25 se verá se a equipa se mantém ou não, mas que o entendimento inicial foi o de que só se substituiria o presidente, sublinhando esperar que fique garantida a estabilidade no seio da comunidade.
(...)
A CUMT integra cinco municípios de maioria PSD - Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal e Tomar -, três de maioria PS - Abrantes, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha -, um CDU - Constância - e um independente - Alcanena.

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22/01/2008

Investimento privado cresceu no distrito de Santarém


O investimento privado actualmente em execução no distrito de Santarém ronda os 500 milhões de euros, revelando um crescimento "apesar das grandes dificuldades", disse o presidente da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant).

Segundo José Eduardo Carvalho, em Abril de 2006 o investimento privado no distrito rondava os 360 milhões de euros, o que, no seu entender, revela que, "apesar das grandes dificuldades, as empresas estão a investir e mostram-se sensíveis para os desafios" que o país está a viver.

Em conferência de imprensa, o presidente da Nersant afirmou esperar um reforço destas dinâmicas com a abertura de negociações com o ministro das Obras Públicas, no sentido de serem encontrados mecanismos de compensação para os municípios da região que condicionaram o seu desenvolvimento na expectativa da construção do novo aeroporto na Ota.

Uma das infra-estruturas que espera ver apoiadas e acelerado o seu avanço é a Área de Localização Empresarial (ALE) de Rio Maior, a primeira do país a ser licenciada, em Dezembro último, depois de um moroso processo que durou cinco anos.
(...)
O distrito chegou a ter previstas seis ALEs - Fátima, Rio Maior, Torres Novas, Santarém, Alcanena e Coruche -, tendo estas duas últimas desistido do projecto.

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Alviela no Parlamento


Finalmente o assunto vai ao Parlamento, com agenda para dia 24 de Janeiro, e Luísa Mesquita tem dado um impulso enorme e reclama candidatura comunitária para resolver poluição do Alviela. O QREN pode ajudar a solucionar o problema.



A deputada independente Luísa Mesquita defendeu, na semana passada, uma candidatura "global" a fundos comunitários, patrocinada pelo Ministério do Ambiente e envolvendo autarquias e poluidores, para a reabilitação do Alviela e recompensa das populações pelas décadas de penalização pela poluição do rio.

Luísa Mesquita visitou duas das cinco freguesias (dos concelhos de Santarém e Alcanena) afectadas pela poluição do Alviela e reuniu-se com o conselho de administração da Associação de Utentes do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena (AUSTRA).

A visita, disse em conferência de imprensa, visou auscultar autarcas e utilizadores do sistema que trata os efluentes das indústrias de curtumes de Alcanena, em preparação da discussão em plenário, no próximo dia 24, de duas petições pedindo soluções para a poluição do rio, entregues há cerca de um ano na Assembleia da República.

Firmino Oliveira, presidente da junta de freguesia de Vaqueiros, adiantou que a população vai ser convidada a comparecer na Assembleia da República para acompanhar a discussão, na expectativa de que o Parlamento, embora não tenha poder executivo, possa "dar mais um impulso" e ajudar a aproveitar a "última oportunidade" oferecida pelos fundos comunitários para resolver o problema.

A deputada afirmou que, na reunião com a direcção da AUSTRA, ficou a saber que os utilizadores do sistema estão a avançar com um projecto que visa a reabilitação da estação de tratamento de águas residuais, tendo a câmara municipal de Alcanena assumido a responsabilidade pela recuperação dos emissários.

Assumida a resolução dos problemas que desde há alguns anos estão a pôr em causa a recuperação conseguida nos anos de 1990, Luísa Mesquita quer que o Ministério do Ambiente cumpra o compromisso assumido há cerca de um ano na resposta a um requerimento seu.

Nessa resposta, o Ministério do Ambiente remetia para os poluidores (indústria de curtumes e suiniculturas) e autarquias a resolução das deficiências do sistema, declarando "disponibilidade" para se encontrarem "parcerias institucionais para resolver o problema de forma articulada", nomeadamente através da candidatura a fundos comunitários.

É este compromisso que a deputada quer agora ver cumprido por parte do Ministério do Ambiente, afirmando que, se tal não acontecer, será por "manifesta falta de vontade política".

Luísa Mesquita referiu em concreto a necessidade de se proceder a uma limpeza do rio, tanto do leito como das margens, e de se recuperarem infra-estruturas em elevado grau de degradação, como a cascata do mouchão de Pernes, cuja muralha começou já a cair.

7ª Rampa dos Candeiros


Promovida pela Câmara Municipal de Alcanena e Delegação de Santarém do INATEL, no próximo dia 27 Janeiro, terá lugar a 7ª Rampa dos Candeeiros, prova integrada no Campeonato Distrital da Inatel.

A prova terá início às 10:30h, com a partida dos Séniores e Veteranos A e B (Masculinos), que percorrerão uma distância de 11 quilómetros, entre Alcanena e Serra de Santo António.
Às 10:45h, partirão de Moitas Venda os escalões de Juvenis e Veteranos C, D, E, F e G (Masculinos) e os Juvenis, Seniores e Veteranos Femininos.

Paralelamente à 7.ª Rampa dos Candeeiros, terá lugar uma caminhada a efectuar entre as localidades de Moitas Venda (Largo da Capela) e Serra de Santo António (Largo da Igreja), num percurso total de 6,5 quilómetros, estando a partida marcada para as 10:40h.

Ver: Regulamento da 7.ª Rampa dos Candeeiros.
Contacto CMA: 249 889010

20/01/2008

1º torneio de futsal 24 horas inter-bombeiros




0 1º torneio de futsal 24 horas inter-bombeiros, organizado pela secção desportiva dos Bombeiros Voluntários de Minde, realizar-se-á nos próximos dias 8 e 9 de Fevereiro, com inicio às 21 horas, no Pavilhão Municipal de Minde.

Contará com a presença das equipas dos Bv Minde, Bv Elvas, Bv Alcobaça, Bv Pernes, Bv Rio Maior, Bv Caxarias, Bv Torres Novas, Bv Barquinha, Bv Constância, Bv Entroncamento.

Prémios em disputa:
Taças do 1º ao 10º lugar, troféu disciplina, troféu melhor marcador, troféu melhor jogador, troféu melhor defesa, troféu melhor ataque, troféu jogador mais novo, troféu jogador mais velho, troféu convivio e prémios para os árbritos.

17/01/2008

Atletismo de Alcanena em altas


Casa do Povo de Alcanena ganha Taça FPA de Provas Combinadas.
A equipa de atletismo da Casa do Povo de Alcanena venceu a Taça FPA de Provas Combinadas no sector masculino. A prova, disputada no fim-de-semana na pista coberta de Pombal, marca a abertura da época a nível nacional, tendo a equipa de Alcanena superiorizado-se à concorrência no Heptatlo.

Na prova constituída pelas disciplinas de 60 metros, salto em comprimento, lançamento do peso e salto em altura na 1ª jornada, e 60 metros barreiras, salto com vara e 1000 metros na 2ª jornada, os atletas de Alcanena estiveram ao seu melhor nível...
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Onda de assaltos e vandalismo em Alcanena


Uma onda de assaltos e actos de vandalismo tem vindo a registar-se em Alcanena.

Na madrugada de domingo alguns estabelecimentos comerciais foram assaltados e vários carros furtados. Uma situação que teima em repetir-se. Isabel Martins, proprietária do café ‘O Facho’ já foi assaltada três vezes e apesar de ter apresentado queixa à GNR não acredita na detenção dos culpados: “ Não vale de nada apresentar queixa se o que nos dizem é que não existem provas”, explica dizendo que deveria existir um maior patrulhamento à noite.

A pastelaria Gena também ficou com o vidro da montra partido e apesar de não ter registado furto de valores, André Micael, proprietário do estabelecimento, critica a falta de resposta das autoridades.

Ana Cláudia Cohen, vereadora do PSD, deixou na última reunião de câmara o alerta para a insegurança vivida no concelho, chamando a atenção do vice-presidente, Eduardo Camacho, para a necessidade de se tomarem medidas urgentes no combate ao vandalismo. Eduardo Marcelino respondeu dizendo que “as suas inquietações são também as dele” referindo que a autarquia tem vindo a fazer pressão juntos das entidades policiais da zona.

O MIRANTE contactou a GNR de Alcanena, o Destacamento de Torres Novas e o Grupo Territorial de Santarém para tentar obter algumas informações adicionais sobre o assunto, mas as autoridades remeteram-nos para os relatórios que regularmente emitem com as ocorrências mais relevantes.

15/01/2008

Caminhadas pelo Concelho


Freguesia de Malhou recebe quinta caminhada da temporada 2007 /08


A concentração está marcada para as 10:00h do dia 20 de Janeiro, junto ao Largo da Igreja.
A caminhada terá um grau de dificuldado baixo/médio, sendo a distância a percorrer de aproximadamente 7 quilómetros, em percurso circular.As inscrições são gratuitas e efectuadas no dia e local da actividade. Para participar apenas precisa de vestuário e calçado apropriado, água e boa disposição.
A CMA coloca um autocarro para transporte à disposição dos participantes das zonas de Alcanena e Minde, com os seguintes horários:

Alcanena - Praça 8 de Maio - 09:30h ..... Minde - Largo do Coreto - 09:30h

Telefone: 249 889 010

12/01/2008

Câmara de Alcanena denuncia descarga no Alviela


A Câmara Municipal de Alcanena detectou novas descargas poluentes na ribeira dos Amiais, concelho de Santarém, afectando directamente a nascente do rio Alviela, anunciou a autarquia em comunicado.
De acordo com a nota de imprensa, desde quarta-feira "estão a ser efectuadas descargas poluentes na Ribeira dos Amiais (concelho de Santarém) que atingem directamente o rio Alviela na zona da sua nascente (Olhos de Água do Alviela), situação que se tem verificado com alguma frequência".

O município de Alcanena afirma que não é "possível determinar com exactidão a origem poluente", apontando como "muito provável" a proveniência de "indústrias instaladas a montante desta nascente ou na própria ETAR da localidade de Amiais de Baixo, concelho de Santarém."

Contactado pela Agência Lusa, o vereador com o pelouro das Obras Municipais da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves, garantiu que a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) não tem "nenhuma anomalia", alegando que a origem da descarga poderá ter origem "a jusante da ETAR, ou a montante, mas passando ao lado da ETAR".
Ricardo Gonçalves explicou que irá "demonstrar as preocupações" do município junto do Ministério do Ambiente, através da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), assumindo que pretende "acompanhar esta matéria de perto".

Segundo a Câmara de Alcanena, a ocorrência foi comunicada à GNR e ao Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, que, segundo fonte da autarquia, já estiveram no local, e ainda à CCDR-LVT. Fonte do município de Alcanena garantiu à Lusa que a origem da poluição poderá estar numa das várias linhas de água que confluem com a ribeira dos Amiais, a montante da ETAR, onde, referiu, estão instaladas suiniculturas e indústrias de cortumes.

A Câmara de Alcanena comunicou a situação à Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL), que procede à captação de águas junto à nascente, numa zona anterior à confluência da ribeira de Amiais com o rio Alviela.

(extraído do Jornal «O Mirante»)

11/01/2008

Vamos pagar menos 1% de IRS


As câmaras municipais que abdicaram de receber entre 0,5 e 1 por cento das deduções feitas pelos munícipes para o IRS têm consciência que a situação vai prejudicar a estabilidade financeira das autarquias.
Municípios da região como Almeirim, Torres Novas, Alcanena e Abrantes decidiram dar um rebuçado aos munícipes ao reduzirem a taxa de IRS nos seus concelhos. Uma prerrogativa concedida pelo Governo que alivia um pouco a carga fiscal sobre os contribuintes e significa a perda de receitas para as autarquias. É por isso que alguns autarcas dizem que a medida tem mais prejuízos para as câmaras municipais que benefícios para os cidadãos. No concelho de Abrantes a autarquia abdica, a favor dos contribuintes, de 0,5 por cento do montante a que tem direito sobre o IRS cobrado no concelho. Enquanto nos outros três casos, os cofres camarários deixam de contar com menos um por cento do montante que é transferido do Estado por via da Lei das Finanças Locais.

De acordo com a nova Lei das Finanças Locais, os municípios têm direito, em cada ano, a uma participação variável até 5 por cento no IRS dos sujeitos passivos com domicílio fiscal no respectivo concelho, relativa aos rendimentos do ano imediatamente anterior, calculada sobre a respectiva colecta líquida das deduções. Há quem justifique que a redução sobre o montante proveniente da taxa de IRS que as câmaras podem decidir, cujo máximo é de 5 por cento, pode funcionar com atractivo para fixação de população.

Mas há presidentes de câmara, como o de Almeirim, que não têm pejo em dizer que a sua autarquia decidiu receber apenas 4% para não defraudar as expectativas dos munícipes. “Esta questão das câmaras poderem beneficiar os residentes em sede do imposto de IRS foi muito badalada e criaram-se expectativas. Se não déssemos este benefício as pessoas iriam sentir-se defraudadas”, justificou Sousa Gomes (PS).

A prova de que se trata de uma questão mais política que social está na explicação dada pelo presidente da Câmara de Alcanena. Luís Azevedo assume que propôs a redução de IRS em troca da aprovação pela oposição do orçamento da câmara para 2008 na assembleia municipal, onde os Independentes pelo Concelho de Alcanena (ICA) não têm maioria absoluta. Mas também admite que as finanças da autarquia vão ressentir-se com esta decisão.



Em Almeirim o município vai, numa estimativa, receber menos cerca de 100 mil euros, enquanto Alcanena perde cerca de 40 mil euros. “Traduzindo isto para as pessoas os ganhos divididos por cada uma vão ser muito reduzidos”, salienta Luís Azevedo, acrescenta que esta medida não traduz um mecanismo de competitividade. Sousa Gomes tem consciência que com 100 mil euros “se podiam arranjar algumas ruas”, mas ressalva que o Governo ao permitir às câmaras mexer nas taxas criou um ónus político que ficou do lado dos municípios.

Luís Azevedo não sabe se a decisão que tomou lhe vai dar mais votos nas próximas eleições, mas há autarcas que decidiram arriscar perder eleitores em nome da estabilidade financeira das câmaras. Como é o caso de Vila Franca de Xira, Azambuja, Santarém, Coruche, Entroncamento, entre outras. “Com a situação financeira da câmara não podemos prescindir de receitas e se o Estado quer fazer baixar os impostos que o faça mas não à custa das autarquias”, realça o vice-presidente do município de Santarém, Ramiro Matos (PSD).

“Ao abdicar de uma percentagem esta seria uma medida política e nós precisamos de todo o dinheiro para investir em obras”, reforça o presidente do Entroncamento, o social-democrata Jaime Ramos. “Não podemos desatar a baixar as taxas todas. Não podemos estar a abdicar de receitas sem saber bem quais vão ser as consequências”, reforça Joaquim Ramos (PS), presidente da Câmara de Azambuja.

Recorde-se que a Lei das Finanças Locais veio permitir aos municípios, em cada ano, uma participação variável até 5% no IRS nos sujeitos passivos com domicílio fiscal no respectivo concelho. Percentagem que até agora era transferida na totalidade do apurado relativamente aos rendimentos do ano anterior e cujos montantes eram calculados sobre a respectiva colecta líquida das deduções.
In "O Mirante"

10/01/2008

Notícias do CUMT




No CUMT, Comunidade Urbana do Médio Tejo, que integra actualmente os municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, apesar da inauguração da nova sede em Tomar, a situação financeira está a gerar controvérsia e algum mal-estar entre os associados.

Funcionários dos GAT fazem disparar custos de pessoal na Comunidade Urbana do Médio Tejo

A Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) vai aumentar significativamente os seus custos de funcionamento por via da absorção dos funcionários que até agora estavam adstritos aos três gabinetes de apoio técnico (GAT) existentes na região – Abrantes, Tomar e Torres Novas – estruturas que sempre foram financiadas pela administração central.

A passagem previsível do ónus para a CUMT está a gerar controvérsia entre os municípios que compõem a comunidade. “Não podemos admitir que as câmaras estejam impedidas de contratar mais pessoas por imposição do Governo e depois vermos os custos da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) dispararem por causa do aumento dos recursos humanos”, critica o presidente da Câmara de Constância, António Mendes (CDU), adiantando que se está a criar uma “super estrutura” no Médio Tejo que tem de ser alimentada pelos municípios.

Em 2006 as despesas com pessoal situaram-se na casa dos 30 mil euros mensais, representando a grande fatia das despesas correntes da CUMT, que se situavam então nos 37 mil euros/mês. O ano passado as despesas com pessoal subiram para os 34.300 euros, com o total das despesas correntes a situar-se nos 40.800 euros. De acordo com o orçamento para 2008, aprovado o mês passado, as despesas com pessoal vão chegar aos 47.500 euros, de um total de despesas correntes estimado em 55.600 euros.

O descontentamento do autarca de Constância é comum ao de outros colegas, particularmente os dos municípios mais pequenos, que consideraram “intolerável” a subida prevista de encargos num momento em que as autarquias estão obrigadas a “cortes e restrições drásticas”. Luís Azevedo (ICA), presidente de Alcanena, considera que os valores são exagerados, “principalmente para quem vive sempre com problemas de tesouraria”, e apela ao bom senso nesta matéria.

Para acentuar o seu descontentamento sobre os aumentos previstos o presidente da Câmara da Barquinha, Miguel Pombeiro (PS), decidiu mesmo abster-se na votação do plano e orçamento da CUMT para 2008 “por não se rever nas opções tomadas”. Um “acto de coragem” que não foi seguido por mais nenhum dos seus colegas.
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Municípios devem 457 mil euros em quotas à Comunidade Urbana do Médio Tejo

Os municípios que integram a Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) devem 457 mil euros de quotas em atraso. Não há uma única autarquia que tenha as contas em dia mas o facto de algumas não pagarem a quota mensal há mais de um ano está a levantar grande celeuma entre as câmaras que se têm esforçado para não se atrasar com os pagamentos. Ainda mais numa altura em que a junta e a assembleia da CUMT já aprovaram um aumento exponencial do valor das contribuições autárquicas para 2008.

“Enquanto o assunto do aumento das quotas não for aclarado e as dívidas não forem pagas não transferimos mais nenhum dinheiro para a comunidade”. A posição do município de Constância, assumida pelo presidente António Mendes (CDU), é clara e diz bem do descontentamento que reina no seio da CUMT.

Só a Câmara do Sardoal, uma das que tem uma quotização de menor valor – ronda os três mil euros mensais - deve à comunidade 83 mil euros, sendo mesmo a que regista maior dívida. Na lista “negra”, o segundo lugar do pódio vai para o município de Torres Novas, devedor em 80 mil euros, seguindo-se a alguma distância a Câmara de Tomar, com 57 mil euros.

O município da Barquinha deve 56 mil euros, o de Mação 46 mil euros e o de Alcanena 36 mil euros. Abrantes tem uma dívida de 30 mil euros, o Entroncamento soma já 23 mil euros e Ferreira do Zêzere dez mil euros. Constância é o município que menos deve – seis mil euros, correspondentes a um atraso de dois meses. Ourém, que apesar de até agora ter estado integrada na Área Metropolitana de Leiria faz as candidaturas e recebe os financiamentos comunitários através da CUMT, também paga quotização, tendo actualmente uma dívida de 26 mil euros. São valores arredondados que, no total, somam uma dívida apurada, no final de Novembro, de 457.500 euros.
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Aumento de quotas dos municípios do Médio Tejo ainda por definir

O presidente da Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) disse que o aumento das quotas para 2008 dos 10 municípios que integram a CUMT, da ordem dos 30 por cento, vai ser ainda "acertado". O aumento do valor da quota para 2008 gerou algum descontentamento, sobretudo em municípios mais pequenos, que consideraram "intolerável" a subida prevista de encargos num momento em que as autarquias estão obrigadas a "cortes e restrições drásticas", segundo disse um dos autarcas à Lusa.

António Paiva afirmou que o assunto foi já debatido no seio da CUMT e que tem havido preocupação em perceber as dificuldades dos municípios mais pequenos. Como exemplo aponta o facto de os estatutos da CUMT estabelecerem que 40 por cento do valor da quota é igual para todos, sendo os restantes 60 por cento proporcionais às receitas dos municípios.

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09/01/2008

Sub 21 - Torneio Vale do Tejo 2008


Portugal vai enfrentar a Escócia no primeiro jogo da VIII edição do Torneio Internacional do Vale do Tejo, em Abrantes, a 05 de Fevereiro, às 17:15, segundo avançou a Associação de Futebol de Santarém.

No dia seguinte (06), Portugal jogará, pela segunda vez na competição, a final ou a disputa pelo terceiro lugar, em Rio Maior, às 16:15, frente ao vencedor ou o vencido do jogo entre Ucrânia e Suécia, a disputar em Alcanena (05), às 15.00.

Também a 06 de Fevereiro, a cidade do Cartaxo recebe o segundo encontro da equipa escocesa (15:00), diante do vencedor ou do vencido do encontro entre Ucrânia e Suécia.

Os encontros da selecção portuguesa disputam-se em Rio Maior e Abrantes para possibilitar a transmissão televisiva em canal aberto.

Portugal venceu a competição em 2007, disputada pela primeira vez por equipas de sub-21, ao bater na final a República Checa, por 4-1 (no desempate por grandes penalidades), após empate 1-1, com golos do defesa Semedo e do checo Martin Fillo.
As seis primeiras edições da prova foram disputadas por selecções nacionais 'B', tendo como vencedores Portugal, por três vezes, Roménia, Bulgária e Eslováquia, todos com um troféu.
Fonte: Lusa

08/01/2008

Plano de Acção Operacional ALCANENA 2013


Finalmente, cheguei ao fim da página 326! Nem acredito. Também estive fora 2 dias, por motivos familiares.

Bem, a maior partes das páginas são uma descrição dos três tipos de medidas a implementar (projectos estruturantes, programas e acções) de acordo com os oito objectivos estratégicos definidos. Num artigo anterior comentei apenas a parte relativa à criação de museus. Agora vou tentar dar uma panorâmica mais geral.

O plano arrola 72 medidas categorizadas de acordo com os tais oito objectivos estratégicos acima referidos. Um resumo de todas elas pode ser visualizado nas páginas 312 a 315. E ficamos impressionados com a grandeza dos números. O custo estimado total de todas estas medidas ascende a um pouco mais de 147 milhões de euros. Ou seja, cerca de 29,4 milhões de contos!

Vamos então dividir estes montantes por objectivos:



daqui se inferindo que o apoio ao desenvolvimento de actividades económicas e empresariais abarca mais de 50% do total a investir. Também é de destacar que em segundo lugar surgem as medidas ligadas às acessibilidades. Nada a apontar aqui.

O problema surge quando vamos analisar, em cada categoria, a medida com maior peso:



pois verificamos que, à excepção do desporto e cultura, uma unica medida é responsável por mais de 50% do valor atribuído na sua categoria. Ou seja, 8 medidas têm um peso superior a 75% no montante total. Uma clara concentração.
E, afinal, os incentivos ao desenvolvimento económico do concelho concentram-se na sua quase totalidade na construção da «plataforma logística do médio Tejo». Já nas acessibilidades 73% da verba total vai para a construção da «circular sul de Alcanena», o que aliado ao montante afectado à finalização da circular urbana de Alcanena (2500 milhares de euros) deixa apenas disponíveis 3565 milhares de euros ao melhoramento das vias do concelho já existentes.

No que respeita a Minde:
  • Museu do Têxtil com 1880 milhares de euros
  • Museu Roque Gameiro com 500 milhares de euros
  • Parque Industrial com 1957 milhares de euros

o que no total nem chega a 3 por cento do investimento previsto. Depois temos no «reordenamento da rede escolar» uma referência à escola secundária de Minde e nas acessibilidades, a inevitável estrada Minde-Vale Alto.

Pergunto: a Câmara vai investir quase 2 milhões de euros no Parque Industrial de Minde e nada é referido quanto às acessibilidades deste Parque Industrial, sobretudo na construção de novas vias de acesso? Um factor de sucesso para o êxito dum Parque Industrial é a sua localização e facilidade de acesso.

Esperemos para ver, mas a parte norte do concelho continua a ser o parente pobre desta autarquia. Nem sequer estudos para a construção de um parque industrial no limite norte da nossa freguesia, junto à Auto-Estrada.

P.S. Em relação ao meu anterior artigo sobre os Museus, o montante total de custo estimado para museus é mesmo o de 8 milhões e 230 mil euros.

João M Querido In "Minde-Online"

07/01/2008

O Museu do Território!


Quem disse que o Plano de Acção Operacional ALCANENA 2013 era um mero conjunto de intenções?

Tem aspectos bem concretos. Com a diminuição da actividade industrial no concelho e consequente diminuição da população activa, vai-se de transformar o concelho de Alcanena num enorme... museu! Olhem só para esta pérola:

«Com a criação de uma rede museológica em Alcanena – Museu do Território –, pretende-se potenciar o desenvolvimento de uma rede integra capaz de articular os vários núcleos/espaços museológicos existentes ou a criar no concelho de Alcanena. Propõe-se, para o efeito, a seguinte rede:

Museu do Curtume (Alcanena),
Museu do Curtume (pólo da Gouxaria),
Museu da Comunidade (Minde),
Museu Roque Gameiro (Minde),
Museu Rural e Etnográfico (Espinheiro),
Museu da Boneca (Alcanena),
Lagar Museu (Malhou),
Moinho Típico (Malhou),
Eco Museu (Serra de Santo António),
Museu da Vela e da Vassoura (Monsanto),
Museu do Traje Tradicional (Gouxaria),
Núcleo de Arqueologia (Moitas Venda),
Museu de Arte Contemporânea (Alcanena) e
Carsoscópio (Olhos de Água).»

Um projecto com um custo previsto de 4 (quatro) milhões de euros...dos quais um milhão e 850 mil serão para o Museu do Curtume (quase metade!) Isto para ser implementado até ao ano de 2010 (2009 para o Museu do Curtume).

Depois é descrito o Museu do Têxtil para Minde (que não pertence à rede do Museu do Território ou então teremos uma errata - onde se lê Museu da Comunidade, leia-se Museu do Têxtil) com um custo estimado de um milhão e 880 mil euros, mas já a fazer entre 2009 a 2010.

Finalmente lá vem o Museu da Aguarela Roque Gameiro (são teimosos com a Aguarela...). Vejam só o que os autores deste estudo sabem da preservação actual do espólio do pintor. Vou citar: «Em virtude da carência de instalações adequadas à conservação e exposição permanente do espólio artístico do pintor aguarelista e ilustrador Alfredo Roque Gameiro (presentemente, a exibição da colecção é assegurada, de forma temporária, pela casa particular onde Roque Gameiro nasceu)». Este museu tem um custo estimado de 500 mil euros. É também para estar concluído em 2009 (pois claro!).

Ora somando os três valores dá um total de 4 milhões e 230 mil euros, o que já ultrapassa o valor inicial que acima referi. Há qualquer coisa aqui que não bate certo.

Então e os outros núcleos do Museu do Território? Não têm verba?
Ou somamos mesmo tudo e temos para Museus o valor de 8 milhões e 230 mil euros?
Ou o Museu do Têxtil é mesmo à parte, não integrando o «Museu do Território»?

Nestas duas ultimas hipóteses, alguém é capaz de imaginar o que poderá ser um «Museu da Comunidade» em Minde?

Enfim, peço que me ajudem e leiam melhor que eu o programa 2. Basta começar na página 103 e finalizar na 121. Isto porque existem mais duas acções previstas - a dinamização do Cine-Teatro de Alcanena (1 milhão e 200 mil euros) e a Recuperação dos Moinhos de Vento (640 mil euros) que penso já não estarem incluídas no tal Museu do Território.

E assim vai a politica cultural deste concelho!
Boa Noite.

João M Querido in "Minde Online"

06/01/2008

Alcanena 2013 - Apresentação aos autarcas


20 meses após a apresentação da 1ª parte do Projecto Alcanena 2013, teve lugar a discussão da 2ª parte deste documento entre os autarcas. Salienta-se desta discussão a ausência do Sr. Presidente da Assembleia Municipal que não se fez representar por nenhum outro membro da mesa.
Também, poucos foram os Presidentes de Junta que participaram nesta iniciativa e menos ainda aqueles que efectivamente tinham analisado o documento com o cuidado que este merecia para poderem aproveitar a presença do Professor Jorge Figueiredo e aprofundar a reflexão em torno do desenvolvimento estratégico do concelho.
Da parte do PSD, estiveram presentes todos os eleitos convocados, tendo-se destacado a nossa bancada pelas intervenções e questões oportunas, para algumas das quais o Sr Presidente, como é costume, não tinha resposta.

O Projecto Alcanena 2013 vai ser alvo de reflexão por parte da nossa bancada na próxima Assembleia Municipal, pelo que as questões levantadas pela vereadora do PSD serão integradas num documento conjunto com os deputados da Assembleia Municipal, o qual será publicado neste blog (PSD Alcanena).

Ana Cláudia Coelho in "PSD Alcanena"

CMA: Alcanena 2013


O Executivo Camarário apresentou aos autarcas, no passado mês de Dezembro, o ALCANENA 2013, que é um plano de Acção Operacional que define a estratégia da CMA para os próximos anos.

O documento, disponibilizado pelo site
Minderico.com em formato PDF, "só" tem 326 páginas, sendo a coordenação do mesmo de responsabilidade de João Figueira de Sousa, apoiado por André Fernandes e Ana Caeiro.
Apelida-se de Alcanena 2013 / Plano de Acção Operacional / 2ª Fase, e é datado de Novembro de 2007. A 1ª fase já foi apresentada há quase dois anos, veio agora a 2ª fase.

Pode ler o documento aqui: http://www.minderico.com/minderico/images/alcanena_2013.pdf